sexta-feira, 12 de novembro de 2010

ATENÇÃO !!

Mudei de blog!
http://thaisaffonso.tumblr.com

beijos s2

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ParabensGeeRocha (Postagem Extra)

Obrigada. Por cada nota musical, por cada melodia, por cada letra. Obrigada pelo seu sorriso, pelas suas palhetas jogadas ao vento. Obrigada pela paz que o seu som transmite e obrigada também pela paz que te ver, te olhar, passa para mim. Sei que não sou a única a pensar isso, muito menos a primeira ou a última. Porém queria que você soubesse, pelo menos inconscientemente que eu o amo e que muitos momentos da minha vida giram com você, por você. Correria milhas pra te fazer sorrir, enfrentaria meus maiores medos pra te mostrar como você é amado. Existem milhares de garotas que, como eu, queria que você soubesse disso, não só hoje no seu aniversário, mas em todos os momentos da sua vida. Eu e essas milhares de pessoas que hoje estão pensando em você. Parabéns meu amor. Seja feliz e continue mostrando a cada dia que passa a sua música, o seu carisma e o seu talento para nós. Não seríamos nada sem você.
ParabensGeeRocha, EU TE AMO!

domingo, 15 de agosto de 2010

Sem título I

Eu pensei muito
Eu pensei em mim, em você
Em nós
Eu queria te abraçar, mas não podia
Eu não entendo...
O que aconteceu com nós dois?
Com o nosso amor?

No mês passado eu te liguei
Te procurei por todos os lados
Mas não te encontrei
Por que você estava tão distante?
Eu não estava entendendo nada

Pensei que talvez tinha feito algo de errado
Ia te pedir desculpas hoje
Mas você me buscou em casa de surpresa
Me abraçou chorando e pediu pra voltar
Eu não estava entendendo nada

Fomos para o nosso lugar favorito
Era tarde, o céu estava lindo
Sentamos e olhamos para ele
Foi aí que você segurou minhas mãos
E disse:

Eu pensei muito
Eu pensei em mim, em você, em nós.
Eu quero te abraçar para sempre
Vamos salvar o que resta do nosso amor
Porque em mim só existe você.

Por: Thais Affonso

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Esquece tudo que aconteceu, tudo que a gente passou.. Esquece que eu te amei e ainda te amo, que por você chorei, que por você sofri. Esquece que eu tentei te proteger, que eu já te fiz sorrir e que era por você que eu respirava. Esquece que mesmo só de te ver meu coração já disparava, que no seu olhar eu me perdia. Esquece do meu jeito, do meu humor, de tudo que um dia eu já te disse. Esquece que no fundo eu tentei te fazer feliz, te amei mesmo sem você me amar. Era você que brilhava pra mim, que com seu sorriso me encatava, e que fazia valer a pena viver. Esquece tudo isso que eu te digo pra esquecer. Mas agora você lembra que diferença alguma eu fiz na sua vida. Lembra que por mim talvez você nunca se apaixonou, acho que nem de mim gostou. E agora esquece de novo. Esquece completamente de mim, de quem eu já fui na sua vida e nunca mais serei. Esquece do meu rosto, dos meus olhos, do meu cabelo. Esquece simplesmente quem eu sou, e que um dia eu já existi pra você.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Caio Fernando Abreu

"Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas. Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da concha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão. No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto - preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa? (Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio - viria? virá? - e minto não, já não preciso.) Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço. Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Bem de amar

Qu'est-ce que l'amour? O que às vezes me deixa pensativa é o fato de, atualmente, muitas pessoas não saberem o significado do amor, simplesmente por nunca terem sentido. O amor por uma mãe, um pai. Amor de amigo, de irmão. Amor é um sentimento puro, que nasce sem que tenhamos vontade. Que nasce quando menos esperamos. Sim, caro leitor, o amor é diferente da paixão. Paixão é algo intenso, forte, que queima, porém, seu fogo não tem uma duração tão longa como sua intensidade. Já o amor, ele é leve, manso. Às vezes ele queima, porém queima de uma forma cuidadosa, amável.
Mas o amor, em algum momento da vida, surge. Pode ser cedo, pode ser tarde; o importante é que ele acontece. E se não for por alguem, pode ser por algo. Amor pela natureza, pela vida. Amor pelo amor e amor por fazer o bem. Tudo que é feito com amor tem um resultado melhor. Pra quem faz e pra quem recebe.

L'amour

Quem nunca passou pela experiência de amar alguem sem ser correspondido? Quem nunca passou horas e horas a fio pensando naquela pessoa, naquele instante, naquele dia. Pior ainda é quando a pessoa por quem você nutre sentimentos é apaixonada por outra. Compromissada com outra. E por isso não restam alternativas. Apenas esperança.